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As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

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As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Dom 30 Mar - 0:00



Regras: Este tópico tem como objetivo incentivar a criatividade e a interpretação de personagens de RPG. Aqui nós iremos interpretá-los em um mundo medieval repleto de criaturas mitológicas e culturas distintas. No seu primeiro post, tente descrever bem seu personagem, não em modo de ficha, mas sim em modo de interpretação e introduzí-lo a este mundo / crônica. O único limite para a imaginação aqui é o bom senso e o RESPEITO acima de tudo com os demais participantes. ATENÇÃO: Removam a assinatura antes de postar aqui, desabilitando na caixa de seleção do post "Anexar a Sua Assinatura"



Cidade Querubim
Um vilarejo localizado abaixo de uma imensa rocha em formato de uma onda. Ela não é muito rica, porém, uma cidade aconchegante de se viver, seu povo é formado em sua maior parte de humanos que buscam tranquilidade e harmonia em seus dias de solenidade, uma estátua de querubim havia sido criada pelos artesões mais anciões a poucos dias com louvor aqueles anjos que rezavam a lenda, haviam feito o vilarejo abaixo da rocha para que assim todos pudessem se proteger das calamidades dos céus, em outras palavras, era uma cidade pacata.
Em meio aqueles que estavam ali, poderíamos encontrar ele, um jovem rapaz de cabelos curtos e castanhos, olhos profundos dignos de um cavaleiro, seu nome era Warlike, vivia em uma pequena choupana ali no vilarejo, porém, na maioria das vezes estava ali, acima da rocha, no topo dela, observando o céu estrelado daquela noite onde a luz da lua parecia purificá-lo com bons pensamentos.
Ele puxava sua pena mosquito e começava a desenhar com o pouco de nanquim que restava, em um pedaço de papel, o céu que tanto apreciava.

_ Casa... quando poderei voltar para lá? _ Exclamava o garoto enquanto parava por poucos segundos de esboçar.

Dali a poucos instantes, uma carroça se aproximou do vilarejo, parecia alguém de fora, poucas pessoas visitavam o local desde a última festa, era estranho e curioso, Warlike logo põs-se de pé e observou lá de cima todo o movimento.

Shinji Ikari
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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Sab 5 Abr - 15:26

Os cavalos seguiam com certa dificuldade enquanto subiam a inclinação da imensa rocha, atrelados à carroça tentavam encontrar um caminho que levasse para baixo pela estrada.
Ao olhar , era aparentemente uma carroça de comerciantes desgarrada de sua caravana, panelas pendiam do teto de couro cozido armado por colunas de madeiras já gastas. Lá dentro o titilar de coisas frágeis que se chocavam e vez por outra se estilhaçavam era constante. Uma das rodas estava remendada com tiras de pano, pregos e couro de forma precária, o mesmo acontecia em toda a cobertura, remendada recentemente .

A mulher que guiava os cavalos tinha os cabelos negros compridos olhos puxados, e vestia cores vivas, ao que se parecia uma espécie de casaco avermelhado e largo amarrado a cintura por uma faixa, as mangas eram maiores de forma que suas pontas pendiam rentes a barra do casaco. Por dentro suas roupas eram negras, incluindo as luvas, sendo as calças largas mas amarradas aos calcanhares.
Ela cheirava o ar, pelo menos era o que o movimento que fazia com a cabeça demonstrava.

Não é nada, só senti um cheiro de algo nas rochas acima, mas não me parece que seja perigoso, vamos continuar.

Aparentemente falando para o nada Yume Aika seguia, encontrando enfim o caminho que levava a cidade.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Sex 11 Abr - 13:29

_ Uma dama do oriente? Isso é estranho, realmente estranho, ainda mais aqui, na cidade dos querubins... o que será que ela procura por aqui?

O jovem caminhou até a ponta da pedra onde conseguia observar completamente a cidade, uma visão panorâmica e bela, algumas crianças ainda brincavam nas ruas de areia, casais namoravam nas varandas de suas casas e agora uma alheia adentrava a cidade dos querubins, o motivo para tal, desconhecido até então.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Dom 13 Abr - 15:28

Yume seguia a labuta em direção a cidade com as mercadorias sendo estilhaçadas a cada solavanco e buraco na estrada. O céu acima de sua cabeça ainda estrelado, já começava a assumir o tom fosco da madrugada. Porém o avanço das horas não parecia modificar o fluxo de pessoas, carroças e mercadorias que se amontoavam na praça em torno da estatua de um humano com grandes asas e olhar sereno. Ela se surpreendeu admirando aquela obra, e imaginando do que deveria se tratar, em todos os anos em que viajara nunca vira um homem pássaro que possuísse apenas as asas, e não as feições, e de alguma forma aquelas pessoas pareciam adorá-lo.

Me aproximava do centro da praça, e ficando de pé sobre a cadeira da carroça, o que já era de chamar atenção devido a etnia da mulher, e gritava, parecia querer que todos a ouvissem naquela cidade.

Senhores, sou Yume. Ela fazia uma pequena reverencia englobando as pessoas que a assistiam. Venho de muito longe a mando de meu... rei, de cidade em cidade persegui um inimigo cruel, e agora venho até vocês, pedir ajuda aos seus guerreiros que caminhem ao meu lado e assim coloquemos fim a este mal. Não posso prometer recompensas, mas será mais do que um teste às suas habilidades.

Ela se sentava novamente, e ficava esperando que sua declaração atraísse algum dos homens.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Dom 13 Abr - 17:22

Algum tempo se passava do pedido da garota, porém, ninguém. Nenhuma resposta sequer surgiu, alguns aldeões saiam de suas cabanas e observavam, porém, comentavam com seus vizinhos que aquilo era muito perigoso, nenhuma esposa iria deixar seu marido sair de casa para ajudar alguém cujo intuito era se arriscar em uma missão perigosa.
Não existiam guerreiros ali, ou, aqueles que existiam, estavam escondidos e com medo de aceitar a um desafio como aquele.
E foi assim que aconteceu, a pobre jovem nenhuma resposta obteve na cidade dos querubins.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Ter 15 Abr - 0:07

Por quase meio dia Yume permaneceu sentada no banco da carroça, poucas vezes levantava o rosto ao perceber ser observada por alguém.

Quando enfim o sol tinha forças o suficiente pra lançar seus raios pela borda das montanhas em forma de concha, e iluminar as pontas das asas do anjo a sua frente, ela se levanta. Alguns olhares cansados a acompanhavam, e ela sentia tanto quanto ouvia que se tornara o assunto de murmúrios naquela região.
Açoitava os cavalos em direção a rua principal, na falta de guerreiros precisaria de ferreiros, sua arma e malha de ferro haviam sido danificadas no ultimo confronto, e claro, sentia fome e sede, assim como seus cavalos.

O que mais há de se esperar de homens? Um povo fraco de vida curta.

O pouco que entendia das letras garrafais que preenchiam as placas serviu para que encontrá-se o que procurava, deixava os armamentos no ferreiro, e se dirigia para a taverna, ainda sob uma chuva de saliva gasta pela população ao descrever-la. Em poucas horas, de estranha que pedira ajuda, ela passara a sanguinária que desejava estripar os homens da aldeia, e a enviada do rei tirano que os queria a todos mortos.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Ter 15 Abr - 7:13

Um estrondo forte e pesado foi ouvido pela bela oriental de cabelos negros. Como se algo caísse dos céus com um impacto permutante sobre o solo. Assim que os olhos puxados pudessem perceber, lá estava ele. Warlike, jovem de 19 anos no máximo: olhos castanhos, rosto bem desenhado com o queixo e nariz finos, olhos e cabelos à cor de um castanho claro. Estava agaixado perante a queda mas logo levantou-se mostrando seu físico por completo: 1,78m , uns 68kg, os braços estavam amostra por causa da camisa curta e negra que usava naquela noite, bem definidos e fortes, era realmente alguém que poderia ajudar Yume. Ele aproximou-se lentamente enquanto ajeitava o cinto da calça boca de sino que vivia caindo.
_ Eu vou ajudá-la "Oriental", Warlike ao seu dispor.
Com um modo um tanto quanto curioso para qualquer um do vilarejo, ele mostrava bom humor ao sempre mandar aquele sorriso sereno e humilde após suas frases. Inclinava o corpo descrevendo respeito para com a m'lady a sua frente enquanto muitos dos aldeões questionavam a ação do jovem que nem ao menos era um veterano na cidade.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Qua 16 Abr - 0:35

Yume se virava devagar. Uma sobrancelha levantada e as mãos pressionando o bolso interno do casaco por dentro das enormes mangas.

Ao entender do que se tratava soltava os braços que pendiam juntos ao corpo, e fitava o garoto das botas gastas aos cabelos desalinhados. Parecia medi-lo enquanto esse se apresentava. Erguia os olhos para o céu e para as casas acima de sua cabeça, pelo estrondo o aldeão havia caído de muito alto, mas ao que parece sem sofrer dano algum... teria pulado da rocha? Estreitava os olhos, era realmente bem alto pra um humano.

Não percebia que ele havia terminado a apresentação, mas a sua luta com as calças largas retomara sua atenção ao garoto.

War.. Warla... soltava um barulho que parecia ser a mistura de um grande felino a um suspiro. Warlike... repetia pausadamente com um forte sotaque. Então você quer me ajudar?

Ela comparava o jovem aos guerreiros que se embebedavam na taverna através da janela. Um humano grande como aqueles seria de melhor serventia, ela achava, nunca entendera muito bem de humanos.

Ouviu o que eu disse na praça? Não é um inimigo qualquer, tem de estar disposto a se arriscar, sem uma recompensa em virtude de sua vitória.

A garota não aparentava ser mais velha que ele, porém ao contrário do jovem sorridente ela se mostrava séria e de aparência cansada.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Qua 16 Abr - 7:09

_Pode me chamar de "Wark" certo? É menor e mais fácil de pronunciar hehe.

A pele do garoto era pálida e bem lisa, quase nenhuma marca, como se jamais tivesse travado uma luta de verdade. Apesar disso, o seu vigor e sua coragem não diminuiam em nada, sua vida havia sido muito pacata até agora e ele precisava daquilo, ou como diria ele:

_ Eu nasci para ajudá-la, é quase isso! Hahahahahaha não se preocupe tenho ciência de onde estou me metendo, e sinceramente, me parece muito bom andar ao seu lado oriental, têm muitas panelas ali _ apontava a carroça _ deve saber cozinhar bem! Uma boa comida e companhia já me são suficientes.

Caminhava até a garota com passos largos e estendia o braço como se quisesse cumprimentá-la.

_ E no final das contas, os únicos guerreiros desse vilarejo já são anciões e outros ainda não nasceram. Faremos o seguinte: Eu lhe ajudo em sua caçada em troca de uma boa comida diária e uma viagem de volta garantida, o que me diz?

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shendu Blackford em Qua 16 Abr - 20:36

A porta da taverna se abria, um jovem aparentando seus 23 anos, 1,77m de altura e 65kg aproximadamente, cabelos castanhos escuros lisos e bagunçados até os ombros, parecia o único forasteiro além da oriental, devido ao seus trajes, que vestia uma jaqueta marrom com gola de pelos, calças pretas e um pouco justas, junto a seu cinto uma corrente ligava ao seu bolso, como se parecesse portar um relógio de bolso e botas pretas e enlameadas.Ao deixar a taverna parava no instante em que avistava a moça e o jovem que se encontravam na frente da instalação. Em seguida olhava dos pés a cabeça a jovem oriental, fazia isso descaradamente, até curvava um pouco seu pescoço.Até que parecia lhe dar um estalo repentino em seus pensamentos, então seguia rápido até a moça.
-Ah! Então era de você que estavam falando na taverna! Olha, acho que estou destinado a juntar-me a você, afinal, vim para essa cidade por engano...- Ele parava e seu olhar se perdia, pensava aonde deveria estar agora. - Ah sim! Então, sou um guerreiro, quero me juntar a você!- Parava de falar até que reparava no jovem que se encontrava com ela. - Você também está junto dela? - seu sorriso estava presente em sua face em quase todo momento, não estava cheirando a álcool, sua personalidade era de fato bem descontraído.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Sex 18 Abr - 23:41

Yume esboçava um sorriso, de todas as emoções a que melhor se encaixava era simpatia. Não achava que o garoto conseguisse lutar contra o kumo, mas ele poderia ser um guia veloz pelo seu físico, não esquecendo que ele salta de lugares bem altos.

Sinto dizer que as panelas não são minhas, tão pouco a carroça é, vieram de um dos primeiros vilareijos que visitei, um lugar pacato e pequeno que foi desimado pelo inimigo em questão.

Estendia a mão façamos assim, farei o possivel com as panelas, e você fará o mesmo com sua arma, e por falar nisso, que arma usa?

Eramos então interrompidos pela chegada de um estranho que saia da taverna. Incomodamente sentia que ele me olhava de cima a baixo antes de se pronunciar.

Me virava o fitando E qual seu nome? Assim como o garoto havia feito ela o analisava descaradamente, mas medindo as qualidades que poderia ter como guerreiro.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Sab 19 Abr - 13:47

_Certo certo, de qualquer forma daremos um jeito nessa tal de "Kumo", a propósito, do que se trata exatamente?

Percebia a terceira pessoa ali e não querendo muita conversa com o cidadão, simplesmente se afastou.

_Vou atrás de meus equipamentos e lhe encontro na saída da cidade antes do sol nascer.

Correu em disparada na direção de sua cabana que ficava do outro lado da cidade.


Última edição por Shinji Ikari em Dom 20 Abr - 21:49, editado 1 vez(es)

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shendu Blackford em Sab 19 Abr - 17:15

Tratava-se de um jovem com tipo físico atlético, porém, por estar de casaco e calça, não poderia ser preciso a notar outras qualidades físicas dele, apenas que tinha seus ombros largos.
Sua pele era muito lisa, parecia que nunca houverá um se quer ferimento nas partes da pele que lhe apareciam.Notava-sea arma ele que carregava, pelo formato do cabo e bainha,poderia se dizer com toda certeza que era uma katana.. Seus olhos verdes escuros a fitavam, então ao perguntar seu nome respondeu:
-Baltazar Ozora, ao seu dispor. - Fazia uma breve reverência inclinando o corpo. Via o jovem que estava com ela se afastar.
-Ele irá conosco então?- Falava já se incluindo ao "grupo" -Ele disse algo sobre.. Kumo, é isso?É o que iremos enfrentar não é mesmo? O que ele é exatamente?- Olhava para a jovem oriental, esperando as respostas das perguntas que havia feito.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Dom 20 Abr - 0:18

Certo, nos encontramos daqui a pouco Wark. E quanto a quem é kumo, isso contarei a vocês, quando estivermos reunidos novamente.

Observava Warlike até que ele se afastava do meu campo de visão em uma curva, então me voltava a Baltazar.

Sim ele vem comigo, pelo menos é o que ele diz. O que só acreditarei quando o vir na entrada da cidade ao nascer do sol.
Yume cruzava os braços por dentro do grande casaco vermelho. E quanto a você Baltazar, não teme perigos quase indescritíveis, e deseja lutar sem a promessa de uma recompensa? me parece um forasteiro tanto quanto eu, nem mesmo pode usar um motivo de preservação ou proteção a essa cidade como desculpa pelo que diz.

Após testemunhar a reação dos humanos nos mais diversos vilarejos pelo qual passou, acreditar que dois deles a seguiriam de bom grado, rumo ao perigo sem recompensa era simplesmente...difícil.


Última edição por Aria Sanrevelle em Seg 21 Abr - 1:45, editado 1 vez(es)

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Dom 20 Abr - 21:59

Adentrava em sua choupana com um pontapé na porta que sempre estava emperrada. A mesma caia pelo chute muito bem dado.

_ Uops! Maldição!

Rapidamente jogava seus pertences pelo solo enquanto procurava desesperadamente por algo. Após bagunçar ainda mais seus pertences, ele finalmente encontrara. Em baixo do colchão, uma grã-klaive de bainha simples e rústica, sua arma branca que jamais deixaria para trás. Aproveitou a deixa para ir na direção do poço no intuito de encher seu cantil de água pura e limpa.

_ É como em meus sonhos... _ Falava enquanto caminhava na direção do poço já com a espada nas costas. _ Aquela que eles chamam de Weaver. Essa garota, a criatura, esse pedido, tudo é parte de meu destino. Eu fui premeditado para isso, devo seguir meus instintos que por algum motivo, estão dizendo para caminhar ao lado daquela oriental.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shendu Blackford em Dom 20 Abr - 23:50

-Sabe, acho que sou destinado a lutar pelo bem maior, gosto de ajudar aos outros, não ligo muito para reconpensas, já tenho o que preciso para viver- Suas palavras soavam sinceras apesar de um tento teatral. Desviava seu olhar para o alto, e sorria, em seguida, colocava sua mão sobre o bolso onde tinha a corrente ligada a calça onde se passava o cinto. - Não tenho medo, alguém lá em cima gosta de mim.
Caminhava um pouco por um mesmo trajeto perto da jovem orientel.
-Bom, quando ele voltar, conte-nos sobre o que enfrentaremos. Ah, qual o nome dele?
Virava-se olhando para onde o seu futuro companheiro de batalha tinha ido.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Ter 22 Abr - 0:51

Ele se chama Warlike. Pronunciava as silabas com cuidado enquanto rumava na direção oposta a praça. Preciso pegar minha carroça e lança, esteja também você antes do amanhecer na entrada principal da cidade, Baltazar.

Yume dava alguns passos e se virava novamente.
Talvez você presencie acontecimentos que jamais imaginou, estamos lutando contra algo que não é um único individuo, mas um exercito deles interligados a uma única mente, todos marchando de modo compassado.

Ela se virava novamente e continuava seu trajeto deixando Baltazar com meias explicações, e, como uma observação para si mesma mas feita alto o suficiente para que ele ouvisse, completa: é o tipo de batalha que nunca vai ter um fim, ou um final feliz.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Ter 22 Abr - 7:14

- Entreato -

A luz da luz começava a perder a força no céu que já não era estrelado. As nuvens e os primeiros raios solares já começavam a surgir naquele limpo e puro horizonte.
_ Parece que fui o primeiro a chegar.
E conforme o combinado, lá estava ele, Warlike. Agora ele vestia botas de cano alto, calça um pouco mais justa que outrora, camisa e uma espécie de casaco por cima, lembrava um sobretudo; todas as peças com a coloração mais clara, um branco com entalhes azuis.
***( Referência: Leon de Castlevania Lamment of Inocence )
_ Ah! Vem chegando mais alguém.
Nos portões da cidade, ele aguardava aqueles que iria acompanhar.


Última edição por Shinji Ikari em Ter 22 Abr - 16:39, editado 1 vez(es)

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shendu Blackford em Ter 22 Abr - 15:14

Com os primeiros raios de luz do sol surgia também Baltazar, caminhando em direção a entrada principal da cidade, como combinado. Trajava a mesma roupa do dia anterior, levava consigo sua espada, um cantil de água e uma humilde bolsa de viagem.
Em pleno amanhecer seu sorriso já estava em sua face, apesar de saber que enfrentaria algo como nunca havia enfrentado, mantia seu sorriso por fora, mas o que sentia por dentro parecia totalmente omisso.
-Bom dia.. War.. Warlike certo? - Sorria, e em seguida estendia a mão para comprimenta-lo - Sou Baltazar, irei junto a você e a Oriental... por falar nisso nem perguntei o nome dela a ela ! - coçava a nuca esbolçando um sorriso de "como sou destraído".
-Pois bem, aposto que mais gente deve chegar, afinal, pela pequena prévia do que ela disse que iriamos enfrantar, precisaremos de muita gente.
Seu sorriso permanecia em sua face, mas uma emoção contrária pode ser sentida dessa vez.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Qua 23 Abr - 7:16

_ Prazer Baltazar, pode me chamar de Wark, é menor e mais fácil de se pronunciar.

Esboçava um sorriso entre os lábios também, mas diferente do homem a sua frente, ele aparentava estar tranquilo e calmo, bem calmo. Colocou uma mão na cintura e relaxava um pouco enquanto a garota não aparecia.

_ Acredito que por essas redondezas não hajam tantos guerreiros. Uma pena.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Qui 24 Abr - 23:13

Os muitos murmúrios e cochichos que de repente tomaram conta da praça a saída da cidade só poderiam significar uma coisa se levassem em conta a situação, e era exatamente o que acontecia, a japonesa descia a ladeira que levava a praça da grande estatua de um anjo. Precisamente como vista na noite anterior, sentada em sua carroça puxada por dois cavalos castanhos, com as pilhas de cacarecos cobertas pelo couro cozido titilando.

Ela puxava as rédeas dos cavalos fazendo com que parassem poucos metros atrás de vocês. Sorria levemente, como se houvessem superado sua expectativa apenas pelo fato de estarem ali.

Subam, conversaremos no caminho. Yume apontava a carroça coberta para que entrassem. Lá dentro havia algumas caixetas de madeira com cordas, pedaços de ferro, armas, mantimentos de viagem e vários cantis, algumas estavam cobertas impedindo que vissem do que se tratava.

Havia um tapete ao centro, poído, porém limpo com duas almofadas, aparentemente ela havia preparado um espaço para vocês.

Assim que subiam e se acomodavam ela açoitava os animais para que começassem a caminhada.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shendu Blackford em Seg 28 Abr - 12:09

Acomodava-se no espaço que parecia ter sido preparado para nós.
Examinava a carroça por dentro, e sentia a carroça se mover, já estavam deixando a cidade.
-É Wark, tinha razão, aparentemente não vem mais ninguém. - Olhava para a oriental. - É isso mesmo, só iremos nós três? - Parava e lembrava de algo essensial, o qual ainda não tinha perguntado. -Ah, aliás, como é seu nome? - Dava um sorriso sem graça.
Eram momentos que seu sorriso saia expontaneamente desde que aceitou amissão e "soube" o que enfrentariam.Apesar de ter enfrentado alguns desafios, uma sensação diferente lhe corria diante desse.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Qua 30 Abr - 22:54

Subia no meio de transporte rapidamente. Lá dentro retirava a espada das costas e seu cantil deixando ao lado para melhor relaxar durante a viagem.

_ Talvez possamos encontrar com "reforços" mais adiante.

Percebia a paisagem que se formava ao horizonte enquanto o sol nascia por trás daquelas enormes montanhas. Esperava pacientemente por uma resposta da oriental quanto as questões propostas por Baltazar.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Qui 1 Maio - 18:32


Apesar da precariedade da carroça ela se mostrava bem confortável. Quando todos já estavam instalados ela fazia com que os cavalos se apressassem.

Só iremos nós três, se vai haver reforços eu ainda não sei, tenho um amigo patrulhando algumas regiões aqui perto, talvez ele venha e traga outros. Mas não vamos esperar que realmente apareçam. Ficava em silencio por alguns minutos, eu avisei que seria difícil.

Alcançavam a parte da estrada que seguia reta logo na saída da cidade, ela podia prestar menos atenção no caminho.

Yume Aika é meu nome, venho de um lugar chamado Sibéria, provavelmente nunca ouviram falar. Eu pertenço a uma corte, chamada corte Esmeralda e caço o que me mandam caçar. Ela deu de ombros. O que iremos enfrentar é um... monstro... meio aranha, não faço idéia do seu tamanho nesse momento. Ela parecia escolher as palavras cuidadosamente para ilustrar o perigo que os esperavam Logo se calava esperando que fizessem outras perguntas, ou se voltassem a seus próprios pensamentos.

Em determinado momento ela parava a carroça. War preciso de sua ajuda agora. Todas as cidades e vilas têm um lugar característico, alguns sacerdotes condenam esses espaços, outros dizem que são manifestações divinas pois as flores são mais belas, as frutas mais saborosas e o ar tem um cheiro adocicado. Mas sempre existe o boato de criaturas grandes e sanguinárias que rodeiam esse sítio durante a noite. Conhece algo assim em Querubim?


Última edição por Aria Sanrevelle em Qui 8 Maio - 0:18, editado 1 vez(es)

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Qua 7 Maio - 7:16

Apesar dos desafios e dificuldades citados por Yume, o jovem permanecia calmo. Sua expressão era tênue e serena.
Parava por alguns minutos refletindo a respeito da descrição da criatura, era como se aquilo fosse de alguma forma previsível, ele sentia que precisava seguir missão adiante. O pensamento foi interrompido quando a pergunta da japonesa pairou no ar.

_ Em Querubim exatamente não Ayka, porém, aqui perto na floresta que circunda a cidade, a Floresta dos Pagões, existe um pomar onde nenhum cidadão pode entrar, reza a lenda que o local é sagrado e uma vez lá dentro, uma maldição cairá sobre a cidade querubim. Boato ou não, ninguém até hoje decidiu arriscar. Mas por que exatamente pergunta isso? Não entendo.


Última edição por Shinji Ikari em Qua 7 Maio - 19:48, editado 1 vez(es)

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

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