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As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shendu Blackford em Qua 7 Maio - 12:41

Baltazar apenas escutava a conversa, pois não sabia do que se tratava exatamente. Observava-os, enquanto ajeitava suas coisas na carroça.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Qui 8 Maio - 0:17

Yume sorria com certa satisfação. É exatamente o que procuro, mostre-me o caminho tudo bem? Novamente atiçava os cavalos e continuava seguindo.

Violaremos o pomar da Floresta dos Pagões, é lá que nosso inimigo espreita, acredite em mim. Pela dianteira que ele alcançou ao passar pela... Fronteira oriente/ocidente, ele já está nessa cidadezinha tempo o suficiente para que o tal lugar sagrado de vocês já esteja violado.
Mas vamos fazer o possível para concertar tudo, e até o impossível para que Querubim fique intacta, não se preocupe.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Sab 10 Maio - 0:38

_ Entendo ... Nunca acreditei muito nessas lendas dos anciões, mostrarei o caminho.

Apontava o caminho para Yume enquanto a mesma controlava os animais que passavam pela linda floresta onde as árvores esbanjavam vida e natureza intocável pelo homem. Warlike parava por alguns segundos olhando para Baltazar, ele parecia levemente desconfiado da presença e motivos que faziam o guerreiro seguí-los, não se expressava por palavras, apenas pela feição castanha e gélida de seus olhos.

( Ação galera, podem começar com elementos de possíveis combates. )


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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shendu Blackford em Sab 10 Maio - 12:21

Realmente Baltazar estava desconfiado, todas aquelas histórias... Ele já havia enfrentado muitas coisas as quais eram fáceis para seu nível, mas essa situação parecia envolver algo totalmente diferente, mesmo com alguns truques na manga, passava por sua mente se o que enfrentariam seria capaz de derrotar até suas habilidades que o deixa tão confiante em todas as situações que já passará.
Olhava para Warlike, que se cruzava com o lhar do mesmo. Ele parecia que via tudo o que Baltazar sentia. Em seguida, admirava a bela paisagem a qual chegavam.
-Puxa, aqui é muito bonito,é lindo! - Olhava tudo a volta.
-Mas como vocês disseram, atrás dessa beleza existe coisas horríveis...entendi certo?
Analisava a floresta, em pensar que toda aquela beleza, escondia algo.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Sab 10 Maio - 16:16

Ela sorria ao ouvir a observação de Warlike. Não acredita meu rapaz? Pois deveria acreditar. Os anciões muitas vezes exageram, mas não mentem. Digamos que o lugar pra onde vamos é sim sagrado, porém de uma forma diferente das quais os seus religiosos estão acostumados.

Yume desconfiava dos motivos dos dois cavalheiros, sabia que ao fazer seu pedido em uma praça, interesseiros e pessoas com ideais sombrios poderiam aparecer, porém tinha certeza que o que viria a seguir possivelmente os desarmaria, se fosse o caso.

A floresta é muito bela sim, e não é exatamente como você entendeu Baltazar. Tudo aquilo que é belo tem aqueles que velam por ele e aqueles que o destroem, se você for um dos que zela pela preservação, será perseguido pelos que destroem, se você for um daqueles que destroem, será perseguido pelo que velam. Sempre foi assim, e acredito que essa ordem natural não mudará tão ...

Yume se detinha, levantava a cabeça como se farejasse o ar, a virando lentamente da esquerda pra direita, e então dizia sem olhar para trás. Já estamos cercados, se segurem.

Logo atiçava os cavalos que pareciam extremamente agitados de modo que a oriental não fez esforço algum para que eles corressem com tudo o que podiam.

Urros guturais e o som de pés contra o chão eram ouvidos por entre as árvores.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Seg 19 Maio - 19:56

_ Então vamos recebê-los!

Em poucos segundos Warlike levantou, pegou sua espada pela bainha e saltou rodopiando o corpo carroça afora. Retirou a espada da bainha no meio do salto e fez um corte contra o ar anunciando sua chegada ao campo de batalha que ali se formava. Rolou no chão e pairou ali com os olhos fechados esperando a chegada dos inimigos.

_ Continuem, eu cuido dos peixes pequenos por enquanto!

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shendu Blackford em Qui 22 Maio - 1:12

Baltazar já estava pronto para pular da carroça, com sua katana já sacada da bainha, porém, ouviu o que Warlike disse, para continuarem, apesar de nunca ter visto o jovem em ação, ele sentia confiança nele, e que poderia cuidar de tudo ali sozinho, mas ao mesmo tempo, seu espírito de companherismo entrava em conflito entre ficar e ajuda-lo, ou continuar, parava em pé na carroça. e olhava Warlike pronto para o combate. A presença de inimiogos era sentida ao redor, ouvindo-se murmuros e granhidos.
-Wark... Confio em você, mas, não seria melhor que permanecessemos juntos?Que lutemos juntos?
Sua mão apertava o cabo de sua espada ao sentir que os inimigos estavam cada vez mais próximos, e suas pernas estavam forçadas para saltar a qualquer momento.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shinji Ikari em Qui 22 Maio - 10:59

_ Aika retire-se daqui com o garoto! Não pode deixar que a criatura escape novamente! Me faça um favor e coloque essa carroça para correr!

Um goblin saltou de uma moita pronto para um duelo com Wark. O último por sua vez tomou a defensiva e começou a esquivar dos golpes vagarosos do pequeno.

_ Sigam caminho de uma vez!

Parecia não conseguir lutar a vontade com a presença daqueles dois.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Qui 22 Maio - 20:51

Se contenha Baltazar, tenho certeza que Warlike consegue se livras desses pequenos incômodos, se ele diz que consegue. Vai ter com o que lutar mais a frente, e talvez corra mais perigo.

Novamente Yume atiçava os cavalos que derrapavam de inicio, mas logo saiam trotando estrada a frente, floresta a dentro Cuide-se Wark, se precisa de ajuda é só gritar desesperadamente ok?! apesar da brincadeira ela sorria com certo respeito que um guerreiro merece, e se vira procurando a parte da floresta dos pagãos a qual se referiram mais cedo.

Fique de olho em caveiras dependuradas em arvores, ou sinos de ossos, essas coisas usadas para espantar visitantes, significando um lugar amaldiçoado ok? Devemos estar perto agora, acredito que aquelas arvores a frente formem sejam o inicio do pomar.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Shendu Blackford em Sex 23 Maio - 0:23

Ele sabia que o jovem geurreiro poderia contra tal inimigos mesmo assim seu espírito de grupo agia, mas foi capaz de doma-lo, e se segurar dentro da carroça que tomava velocidade seguindo adiante.

-Sim, devem ser, e aquelas devem ser as caveiras e ossos as quais você citou...

Apontava para as laterais das árvores que indicava ser o início do pomar.
Colocava seu corpo para dentro da carroça, que estava dependurado segurando na entrada da carroça que antes prestes a pular, e se ajeitava a frente, junto a Yume onde domava os cavalos, ele olhava para frente, com os ouvidos atentos aos arredores.
-Está ficando emocionante, não é mesmo japa? - O velho sorriso maroto de Baltazar estava de volta, apesar de mal ter conhecido direito a jovem, já tratava como se ela fosse parceira de antigas, assim como seu espírito de companherismo foi acionado ao ver Warlike ficar para trás e lutar.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

Mensagem por Aria Sanrevelle em Qua 28 Maio - 8:25

Não é japa, sou da Sibéria, eu não trato todos os ocidentais como se fossem da mesma ilha! Yume sorria divertida. Ótimo! Os ossos! Humanos são tão previsíveis. Sempre facilitam as coisas para o meu trabalho.


A oriental fazia com que os cavalos parassem na entrada do pomar, e descia da carroça os amarrando em um galho qualquer. A partir de agora tenha sua arma em mãos e os ouvidos atentos ao menor farfalhar, acredito que podemos encontrar outras criaturas antes que o Kumo apareça.

Como se farejasse o ar, Yume passava pela fileira de arvores que delimitavam o pomar e rumava até o que parecia ser uma clareira natural. Não era instinto ou nada parecido, é que no centro da clareira uma miniatura do anjo da praça reinava sobre um pedestal.

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Re: As Sete Patas da Ruína - Crônica Jogada

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